2 de jul de 2010

E ainda sobre o amor....será que ele existe?

A evolução dos tempos liberta o homem de muitas crenças e os aprisiona também a outras tantas que o deixa enclausurado em questionamentos profundos e talvez inexplicáveis....o que aqui, não é o caso.
Certo dia um rapaz me questiona sobra a existência do amor. Falei o que pensava sobre o assunto mas algo ainda me intrigava...
Por diversas vezes já falamos de amor, até aqui mesmo no SAC. Cada um a sua maneira, percepção, tudo bem particular. Chego a pensar que mesmo depois de tanto lero lero sempre haverá algo a compartilhar desse sentimento tão nobre e enigmático para muitos.
Ainda com a "pulga atrás da orelha", folheava esta semana uma revista conhecida, quando li uma reportagem que acabou com a "pulguinha". Lá falava sobre o amor mas de maneira científica...achei o máximo, acrescentou muito e é mais ou menos assim como descreverei no decorrer do post.
Para muitas pessoas é fácil definir tal sentimento, visto que em sua experiência de vida o amor sempre foi presente. O fato é que cada um define e o percebe de acordo como já o sentiu.
Para o escritor francês Victor Hugo, o amor é como " pão maravilhoso que um deus divide e multiplica", já para Agatha Christie ele é " diferente de qualquer outra coisa no mundo"... para mim é um sentimento bom, sincero, sem egoísmo e ilimitado..e para você?
Bom, a ciência o define quimicamente. Como uma " questão bioquímica movida a oxitocina".
Oxitocina é uma substância produzida pelo hipotálamo onde ativa as áreas relacionadas a afetividade, ajudando a estabelecer vínculos de afeição.
Antigamente o estudo da oxitocina ficava restrito a relação mãe-filho mas atualmente estudos comprovam que sua importância vai muito além. Ela " alimenta" as relações de amizade e também do amor romântico.
Além dela existe também a dopamina que é responsável pelo sistema de recompensa, ou seja, quando vivemos uma experiência boa, de amor, afeto, mais teremos vontade que ela se repita.

Diante as informações científicas mencionadas, dá pra perceber que o amor é explicável cientificamente. Os estudos são complexos, não tão simples assim. Mencionei superficialmente o que assimilei da matéria...o essencial para se entender de o amor não é "balela"... mas sim real provado por substâncias que nosso organismo produz.

Um ótimo final de semana a todos.





Beijos enigmáticos.
Madame Cleópatra


3 comentários:

Debor@h disse...

Amiga enigmática com tema enigmático e interessante ahha, para mim o amor é inexplicável com palavras, são sensações, pensamentos, sentimentos, necessidade, conforto,amizade, atração, tudo misturado hahah. Ou é aquilo ou não é, é cheiro, é toque, é saudade, é olhar, é palavras, é tudooo. Beijos amorosos!

Déia disse...

É claro que o amor existe!!

Existe tanto quanto eu e você!

Basta aprender a diferenciar o que parece amor, mas não é!
amor não é prisão, não é vaidade, não é possessão...

Amar é liberdade...é felicidade...

amar é pra quem sabe!

bj

A Flor do Sul - Perah Hadarom disse...

Querida Madame Cleópatra, aqui é o Monsieur.

Bom domingo para ti, antes de qualquer coisa. Adoro os teus textos, és muito criativa na escolha dos temas.

Sobre a ciência explicar o amor, acho que explica sim, mas pouca coisa. Não basta falar em exitocina, dopamina, adrenalina, feromónios e coisas do tipo, pois essas substâncias, na minha opinião, estão presentes, e podem até ser a causa, mas o que ordena a sua presença em nosso organismo? Hahaha, se o sentimento vem do cérebro, e não do coração, isso não torna o amor mais fácil de se entender e vivenciar, na minha opinião. O amor é e sempre será um não-sei-que...